Quem passou pela ponte estaiada em São José dos Campos na noite deste domingo (8) pôde ver uma nova iluminação nas cores branco e azul. A mudança foi proposta em solidariedade à Israel, que sofreu um forte bombardeio no último sábado (7) pelo grupo extremista islâmico armado Hamas.
O conflito entre Israel e Hamas chega ao terceiro dia nesta segunda-feira (9) e já matou pelo menos 1.200 pessoas, segundo o balanço mais recente.

O prefeito de São José dos Campos, Anderson Farias (PSD), publicou um pronunciamento no X repudiando o ataque do grupo extremista palestino e anunciando a ação em solidariedade ao povo de Israel.
A reportagem do Portal SP RIO+ entrou em contato com a Prefeitura para saber até quando a iluminação será mantida, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.
Inaceitável e condenável os ataques dos terroristas do grupo islâmico Hamas à nação de Israel. O país foi atingido por cerca de 2.200 foguetes neste sábado. Ao menos 300 israelenses foram mortos. Lamento a perda dos civis e militares, e condeno o sequestro das mulheres e crianças
— Anderson Farias (@andersonsjc_) October 8, 2023
O prefeito também publicou no Instagram um versículo bíblico em oração por Israel.
“Orai pela a paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam. Haja paz dentro de teus muros; e prosperidade, dentro dos teus palácios. Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Paz esteja em ti. Salmos 122:6-8″, diz o post.
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O conflito entre Israel e Hamas
Há uma permanente situação de tensão entre Israel e o Hamas. No entanto, o ataque do último sábado veio de surpresa por parte dos militantes, que dispararam mísseis contra cidades israelenses a partir da Faixa de Gaza.
Além disso, um grupo de combatentes do Hamas invadiu comunidades israelenses ao cruzar a fronteira, levando à morte de dezenas de civis e ao sequestro de vários outros.
Israel respondeu prontamente com ataques aéreos, alegando que estavam mirando em alvos militantes em Gaza. O país anunciou estado de guerra e o Ministro da Defesa, Yoav Gallant, afirmou que a Faixa de Gaza sofrerá um “custo substancial, que transformará a realidade para as futuras gerações”.
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