O terremoto que atingiu a Turquia e a Síria, na última segunda-feira (6), já deixou mais de 11 mil mortos.
Segundo as informações oficiais divulgadas, na Turquia foram mais de 8.500 pessoas. Na Síria, mais de 2.600.

Além das mortes, a quantidade de feridos também aumentou; pelo menos 50 mil vítimas estão feridas e milhares continuam desaparecidas.
Apesar do frio na região e após 48 horas da tragédia, as equipes de socorro continuam na busca por sobreviventes.
Em uma reunião do conselho-executivo da agência de sáude das Nações Unidas (ONU), em Genebra, o oficial sênior de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Adelheid Marschang, expôs em números a quantidade de pessoas em risco.
“Os mapas gerais de eventos mostram que potencialmente 23 milhões de pessoas estão expostas, incluindo cerca de 5 milhões de populações vulneráveis, sendo mais de 350.000 idosos e 1,4 milhão de crianças”.
Histórico
O primeiro abalo aconteceu na segunda-feira (6) às 4h17 no horário local (22h17, do domingo, no horário de Brasília) e durou aproximadamente um minuto. A origem foi próxima à cidade de Gaziantep, localizada na Turquia.
O terremoto principal, de magnitude 7,8, foi estimado em uma profundidade de 10 a 24 quilômetros, conforme os serviços geológicos dos Estados Unidos e da Alemanha.
Depois de algumas horas, um novo tremor foi registrado, de magnitude 7,6, e atingiu o sudeste da Turquia, na província de Kahramanmaras.
De acordo com a Autoridade de Gerenciamento de Emergências e Desastres do país (AFAD), o epicentro foi na região de Elbistan, com profundidade de 7km.
Esse segundo tremor foi a cerca de 95 km ao norte do primeiro terromoto.
Agências de notícias publicaram que muitos edifícios desabaram, entre os municíos de Aleppo e Hama, na Síria, até Diyarbakir, na Turquia.