A cantora Beyoncé liderou as indicações do Grammy 2023 e se tornou a artista com maior número de estatuetas na história da premiação. Após vencer quatro categorias na noite deste domingo (5), a cantora coleciona 32 Grammys.
Ela quebrou o recorde que até então pertencia ao maestro húngaro-britânico Georg Solti, com 31 prêmios na carreira.

No Grammy 2023, ela venceu os prêmios de Melhor Álbum de Dance/Eletrônica com “Renaissance”, Melhor Gravação Dance/Eletrônica, com “Break my Soul”, Melhor Performance R&B Tradicional, com “Plastic off the sofa”, e Melhor Canção R&B, com “Cuff it”. Beyoncé chegou à 65ª edição do Grammy com nove indicações. Ao todo, ela acumula 88 indicações, sendo a mulher com o maior número delas na história, empatada com o marido, Jay-Z.
Seu primeiro Grammy foi em 2001, com o hit “Say My Name”, quando ainda participava do girl group americano Destiny’s Child. A canção levou a estatueta de Melhor Canção de R&B e Melhor Performance de R&B de uma Dupla ou Grupo.
Em 2004, Beyoncé venceu na categoria de Melhor Álbum de R&B Contemporâneo com seu primeiro disco solo “Dangerously in Love” e o hit “Crazy in Love”, com Jay-Z, nas categorias Melhor Canção de R&B e Melhor Colaboração Rap/Cantado.

Apesar da grande conquista da “Queen B”, o destaque da noite do Grammy 2023 foi para Harry Styles, que venceu o maior prêmio da noite, o Álbum do Ano, com “Harry’s House”. Lizzo levou a estatueta de Gravação do Ano com “About Damn Time”, e a cantora Bonnie Raitt foi a vencedora na categoria Canção do Ano, com o single “Just Like That”.
Saiba mais sobre cultura, entretenimento e eventos no Vale do Paraíba.
Anitta volta sem Grammy
Representando o Brasil, Anitta perdeu o Grammy na categoria Melhor Artista Revelação para a cantora de jazz Samara Joy. A última vez que o Brasil apareceu nessa categoria foi em 1976, com Morris Albert. Antes, os brasileiros que concorreram foram, em 1974, Eumir Deodato e Astrud Gilberto e Tom Jobim, em 1965, mas nunca um brasileiro venceu nesta categoria.
Apesar disso, o grupo brasileiro Boca Livre, junto com cantor Rubén Blades, ganhou a estatueta de Melhor Álbum Latino de Pop com “Pasieros”. O grupo carioca, que foi formado no final da década de 1970, não está mais na formação original e se separou em 2021 por divergências políticas.