Concedido à iniciativa privada em novembro, o aeroporto de São José dos Campos informou que está adotando tarifas menores na operação de cargas para atrair novos voos.
Nesta quarta-feira (14), o terminal recebeu o primeiro voo de carga após a privatização, um Boeing 747-400 cargueiro – o maior avião do mundo – vindo de Montreal, no Canadá.

Segundo informações do aeroporto joseense, comparado ao terminal de Cumbica, em Guarulhos, o custo da operação é 10% mais baixo.
Já em relação a Viracopos, em Campinas, tarifas como valores de pouso, decolagem e estadia de aeronaves são 5% menores em média.
A agilidade na operação em solo e o custo mais baixo de armazenagem de cargas do terminal também podem ser consideradas outras vantagens em relação aos aeroportos concorrentes, segundo Guilherme Augusto de Oliveira, o superintendente comercial da empresa SJK Airport.
“No caso do voo desta quarta-feira, por exemplo, três horas após a chegada a carga já estava liberada na planta para o cliente final. Em Guarulhos e Viracopos, somente para atracar a mercadoria e estar disponível para início de liberação aduaneira leva-se de 6 a 12 horas”, explicou.
Concessão do aeroporto
O aeroporto de São José dos Campos, Prof. Urbano Stumpf, começou a operar em concessão com a iniciativa privada em novembro de 2022. Desde então, o espaço passou a ser gerido pela empresa Aeroporto de São José dos Campos Ltda – SJK Airport, sob um contrato de 30 anos.
A previsão de investimentos para o período é de até R$ 130 milhões.
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