O cantor e compositor Erasmo Carlos morreu nesta terça-feira (22), aos 81 anos, no Rio de Janeiro.
Um dos pioneiros do rock brasileiro, símbolo da Jovem Guarda e grande amigo do Rei, Roberto Carlos, o músico estava intubado no Hospital Barra Dór, na Barra da Tijuca, desde segunda (21). A causa de sua morte, no entanto, não foi divulgada.

Ao longo de sua carreira, o Tremendão, como era chamado, compôs mais de 600 músicas e foi o autor de clássicos como “Minha Fama de Mau”, que inclusive dá nome ao seu filme biográfico, lanãdo em 2016, “Mulher”, “Sentado à Beira do Caminho”, “Quero que tudo vá para o inferno” e “É proibido fumar”.
Na última quinta-feira (17), Erasmo foi um dos brasileiros vencedores do Grammy Latino 2022. O cantor concorria na categoria de Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa com com o álbum “O futuro pertence à … Jovem guarda”.
Fake news da morte de Erasmo Carlos no início do mês
O artista havia tido alta do Barra Dór no início do mês após duas semanas de internação para realizar exames e tratar uma síndrome edemigênica, que ocorre quando há um desequilíbrio das forças bioquímicas que mantêm os líquidos dentro dos vasos sanguíneos.
Ele chegou a ser alvo de notícias falsas que diziam que ele teria falecido no dia do segndo turno das eleições, em 30 de outubro, mas o boato foi logo desmentido pelo próprio músico.
Na época, Erasmo publicou uma foto de pé, próximo da janela do hospital, e brincou escrevendo “estou muito vivo” na legenda.
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