O evento ‘Estação SP: da inércia à inovação’, realizado no Parque Tecnológico, em São José dos Campos, no último final de semana, reuniu cerca de 500 jovens univeritários para debater empreendedorismo e tratar de pautas voltadas aos negócios, tecnologia e inovação.
O encontro foi uma realização do Núcleo São Paulo da Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo (FEJESP).

A programação do evento contou com palestras no auditório principal e pautas paralelas nos demais auditórios.
Sábado (15)
No sábado (15), as palestras principais da manhã foram com Ricardo Rocha da Aca.so e Ryo Penna, pós-júnior e um dos responsáveis pela Lei da Empresa Júnior (Lei 13.267).
Ricardo falou sobre conexão e trouxe a sua visão sobre o Movimento Empresa Júnior (MEJ).
“O MEJ não é a preparação para o mercado de trabalho, ele já é o mercado. Aqui temos a possibilidade de mudar, fazendo diversas formas de conexão e networking”, avaliou.
Já Ryo abordou o legado que os jovens absorvem do MEJ para a vida.
“O MEJ faz parte de você. Eu sou o MEJ em forma de gente. Tudo o que vivi aqui carrego comigo. O melhor aprendizado não é buscar pelo legado, é o legado que busca por nós”, disse.
Maria Brasil, presidente da Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje), comandou o debate durante o período da tarde e falou sobre autenticidade, liderança feminina e essência.
“Durante a minha trajetória, eu queria provar para as pessoas que o valor feminino é muito potente. A sua autenticidade é a sua maior potência e ela pode te levar muito longe. Por isso, não se contente com o status quo, e nunca deixe de se questionar. Não tenha medo de ser quem você é porque a sua essência é única”, observou.
O destaque do dia foi a premiação das Empresas Juniores (EJs) e a divulgação dos resultados da rede, ou seja, o faturamento do Núcleo São Paulo até o momento. A rede é composta por 62 empresas juniores e soma um faturamento de quase R$ 9 milhões, o que representa 13,5% da receita do MEJ no Brasil.
Domingo (16)
No domingo (16), a pauta da manhã foi conduzida pelos professores Sueli Custódio e Anderson Borille sobre a importância da inovação. Para Sueli a inovação é a conexão de plataformas.
“Através disso, temos cada vez mais a consciência de consumo, que exige dos profissionais o entendimento de como impactar a vida das pessoas e do meio ambiente”, disse.
Anderson avalia que a inovação move o dia a dia.
“É por meio da inovação que as empresas sobrevivem, gerando renda e emprego para a população”, pontuou.
Outras pautas abordadas no segundo dia foram diversidade, colaboratividade, cultura, liderança e resultados, produtividade e gestão de tempo, além das batalhas de cases colaborativos e inovadores do núcleo.
O ‘Estação SP: da inércia à inovação’ foi uma realização do Núcleo São Paulo e contou com o apoio das empresas: BAT, EY- Pathernon, Merithu e Aca.so.