Criado em 1990, o visto E-B5 passou por várias reformulações e, depois de ser suspenso em 2021, foi retomado neste ano.
Essa modalidade, que é uma opção para obter visto nos Estados Unidos é se tornar um investidor no país, é concedido a imigrantes e parentes diretos, a partir de investimentos realizados em empresas já existentes ou novos empreendimentos.
Desde 2016, o Brasil é um dos cinco países que mais solicitam essa modalidade.

Para debater esse assunto, a empresa Leão Group promove no seu Instagram, nesta terça-feira (16), às 20h, uma live para orientar o público sobre o visto E-B5.
A live será comandada pelo fundador e CEO da empresa, Leonardo Leão, e terá como convidada a diretora administrativa da FirstPathway Partners para a América Latina, Bruna Canto.
A FirstPathway é uma empresa especializada em visto E-B5 e a sede na América Latina está localizada em São Paulo. Bruna tem vasta experiência em gestão de patrimônio e comercial.
Além disso, o visto de Investidor EB-5 é um programa federal de residência permanente nos Estados Unidos para atrair investimentos estrangeiros e gerar empregos.
Os investimentos iniciais são de US$ 800 mil ou de U$ 1.050.000,00, dependendo da localização da empresa ou do empreendimento. Já no investimento direto, o negócio precisa gerar 10 empregos em período integral no prazo de dois anos.
Visto EB-5
O visto EB-5, administrado pela USCIS (Agência de Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos) é conhecido também como Visto de trabalho de Quinta Categoria de Preferência.
Além disso, permite ao investidor viver e trabalhar permanentemente nos Estados Unidos, acompanhado do cônjuge e de filhos solteiros menores de 21 anos.
No entanto, os investidores precisam cumprir vários requisitos para obter o E-B5. Por fim, o requerente do visto pode investir diretamente em um novo empreendimento ou através de um Centro Regional.
Já na modalidade direta, é preciso encontrar e participar da gestão de empreendimentos e gerar empregos. Por outro lado, os Centros Regionais EB-5 são designados pela USCIS para administrar projetos de investimento e oferecer mais flexibilidade ao investidor.
Além disso, cerca de 90% imigrantes do E-B5 investem pelos Centros Regionais.