
Com sede no Jardim Aquarius, em São José dos Campos, a Kahsh é a primeira criptomoeda do mundo com um ecossistema completo e com aplicação imediata. Depois de 9 meses de planejamento, ela foi lançada no dia 27 junho deste ano e já valorizou 300% em apenas 3 semanas.
O evento de lançamento aconteceu em São Paulo, no Expo Center Norte. Na ocasião, a moeda valia US$ 1,00, o equivalente a R$ 5,20. Hoje, a moeda já passou dos R$ 16,00. Em entrevista à SP RIO+, o CEO da empresa, Edson Souto, explicou que um dos motivos dessa valorização é a comodidade que a criptomoeda joseense traz.
“Trazer simplicidade para as pessoas. A gente trabalha no ecossistema Kahsh com três características. O que a gente constrói tem que ser simples, prático e seguro. Isso traz usabilidade. É aquilo que ajuda as pessoas, que facilita a vida das pessoas”, disse.
Motivos para a valorização da criptomoeda joseense
Edson explicou que a escassez da joseense Kahsh também contribui para essa valorização.
Atualmente, existem cerca de 3 milhões dela pelo mundo. O número é considerado baixo quando comparado ao Bitcoin, que já chega a 21 milhões.
Entretanto, a tendência é que ela continue se popularizando. A criptomoeda joseense já está presente em mais de 20 países, como Hungria, Grécia, Paquistão e Irã.
Segundo o CEO, investir em criptomoedas é uma boa alternativa frente à desvalorização do real, a moeda brasileira.
“Se você tem reais, o dinheiro está parado, perdendo valor. Por exemplo, R$ 100,00 no inicio do ano vai valer menos de R$ 90,00 no final do ano, contando a inflação, que tira o poder de compra do nosso dinheiro”.

Comodidade
Conforme explicou o CEO, um dos objetivos da criptomoeda de São José dos Campos é estar presente no dia a dia das pessoas, acabando com a ideia de que criptomoedas é algo difícil de entender e de adquirir.
“Nós criamos uma tecnologia própria. Com o Kahsh Pay, por exmepo, você pode entrar no site da Oscar Calçados e na hora de pagar o seu produto você pode escolher cartão, boleto, pix ou Kahsh Pay. Você utiliza suas criptomoedas para pagar produtos do dia a dia”, destacou Edson.
Segundo ele, a ideia é popularizar as criptomoedas e tornar possível o seu uso até mesmo para pagar alimentos.
Para isso, a Kahsh usa a tecnologia blockchain para trazer as soluções para os negócios, com foco no varejo. Trata-se de uma tecnologia que agrupa diversas informações que se conectam por meio de criptografia. Desta forma, a moeda tem a capacidade de realizar milhares de transações por segundo, além de estar listada nas principais corretoras do mundo.
Produtos do Ecossistema Kahsh
Além da plataforma de pagamentos Kahsh Pay citada acima, o ecossistema da criptomoeda de São José dos Campos é formado por outras plataformas também. São elas:
– Kahsh Store, uma loja virtual para quem quer vender e comprar produtos e serviço;
– Kahsh Exchange, umacorretora própria para quem quer investir em criptoativos;
– E Kahsh Labs, um laboratório para startups com projetos em tecnologia blockchain, metaverso, criptoativos e NFT.