
Foto: Redes Sociais
O suspeito de matar uma mulher carbonizada em Ilhabela foi preso na noite desta terça-feira (12).
Segundo a Polícia Civil, ele foi até a delegacia e confessou que matou a jovem, que era de Praia Grande (SP) e estava trabalhando como garota de programa na ilha.
O crime aconteceu na noite do último sábado e a vítima teve o quarto da casa em que estava incendiado. Ela foi encontrada carbonizada com um pedaço de pano amarrado na boca sobre uma cama.
Os agentes utilizaram imagens de uma câmera de segurança para identificar o homem.
Segundo a polícia, na confissão ele alegou que a vítima o teria chamado de “Jack”, que é uma gíria para estuprador, o que que teria motivado o crime.
Ainda de acordo com a Polícia, ele respondia em liberdade por um estupro de vulnerável. Em 2021, ele chegou a ser preso pelo crime.
O assassino vai ficar preso por 30 dias e, com a conclusão do inquérito, deve ser pedida a prisão preventiva dele.
O caso
No último sábado (9), uma jovem de 23 anos foi encontrada morta e carbonizada no bairro Perequê, em Ilhabela.
De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu por volta das 22h30, quando os vizinhos perceberam as chamas e acionaram os Corpo de Bombeiros. Após combater o fogo, os agentes encontraram a vítima dentro de um quarto e acionaram a Polícia.
Segundo a perícia, a jovem foi encontrada morta, carbonizada na cama e com um pano amarrado na boca. O corpo foi levado ao IML (Instituto Médico Legal), que apontou a possibilidade de que ela tenha sido morta asfixiada antes do incêndio.
Ainda segundo o inquérito, a vítima, Larissa dos Santos Correia, era moradora da cidade de Praia Grande e tinha cadastro em sites de garotas de programa.