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O presidente Joe Biden anunciou nesta sexta-feira, 25, uma nova iniciativa destinada a privar o presidente russo Vladimir Putin dos lucros de energia europeus que Biden diz serem usados para alimentar a guerra da Rússia na Ucrânia.
O presidente Joe Biden desembarcou em Rzeszów, na Polônia, nesta sexta-feira para iniciar a segunda etapa de sua viagem de emergência à Europa.
Ao longo de dois dias na Polônia, espera-se que Biden se encontre com alguns dos mais de 3,7 milhões de refugiados que foram forçados a fugir da Ucrânia. A Polônia, que compartilha uma fronteira terrestre de 530 quilômetros com a Ucrânia, está no epicentro da crise migratória europeia, tendo recebido mais de 2,2 milhões de pessoas desde o início da guerra.
Biden também se reunirá com o presidente polonês Andrzej Duda em Varsóvia no sábado para discutir o agravamento das crises humanitárias nos países ao redor da Ucrânia, que sofreram o impacto da enxurrada de refugiados.
Na quinta-feira, Biden anunciou que os EUA estão preparados para comprometer mais de US$ 1 bilhão em assistência humanitária para ajudar os ucranianos que ainda estão no país e aqueles que se tornaram refugiados.
“Muitos refugiados ucranianos desejarão ficar na Europa, mais perto de suas casas”, disse Biden, para que possam retornar rapidamente à Ucrânia assim que a guerra terminar.
Para aqueles que querem se mudar para os EUA, no entanto, Biden disse que o país está preparado para receber 100.000 ucranianos, “com foco em reunir famílias”.
À medida que a guerra avança e os militares russos não conseguem fazer avanços significativos, as táticas do presidente russo Vladimir Putin se tornaram cada vez mais bárbaras.
Quando Biden partiu para a Europa na quarta-feira, o governo dos Estados Unidos acusou formalmente a Rússia de cometer crimes de guerra na Ucrânia e disse que os responsáveis devem ser processados.
