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Um quarto pacote de sanções contra a Rússia por sua “impiedosa” invasão da Ucrânia será imposto amanhã pela União Europeia, disse o chefe da Comissão Europeia nesta sexta-feira, 11.
Neste sábado, o bloco “tomará um quarto pacote de medidas para isolar ainda mais a Rússia e drenar os recursos que usa para financiar esta guerra bárbara”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em comunicado.
“Primeiro, negaremos à Rússia o status de nação mais favorecida em nossos mercados. Isso revogará importantes benefícios que a Rússia desfruta como membro da OMC. As empresas russas não receberão mais tratamento privilegiado em nossas economias”, disse von der Leyen.
A UE “também trabalhará para suspender os direitos de participação da Rússia nas principais instituições financeiras multilaterais, incluindo o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. Garantiremos que a Rússia não possa obter financiamento, empréstimos ou quaisquer outros benefícios dessas instituições”.
O bloco também garantirá que “o Estado russo e suas elites não possam usar criptoativos para contornar as sanções” e proibirá as exportações para a Rússia de bens de luxo da UE e a importação de produtos de ferro e aço, disse ela.
Os ministros das Finanças, Justiça e Assuntos Internos do G7 se reunirão na próxima semana para “coordenar a força-tarefa que montamos visando os comparsas de Putin”, acrescentou.
Mais cedo na sexta-feira, os países do G7 anunciaram que tomariam medidas para negar à Rússia o status de “nação mais favorecida”, o que revogaria os benefícios da adesão da Rússia à Organização Mundial do Comércio.
“Além dos planos anunciados, faremos mais esforços para reduzir nossa dependência da energia russa, garantindo que o façamos de forma ordenada e de forma a dar tempo para o mundo garantir suprimentos alternativos e sustentáveis. empresas do setor estão deixando a Rússia com velocidade e solidariedade sem precedentes. Estamos com nossas empresas que estão buscando uma retirada ordenada do mercado russo”, disseram os países do G7 em comunicado.