Foto: Divulgação
Em cerimônia no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (2), o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), José Carlos Oliveira, informou que os cidadãos não precisarão mais sair de casa para fazer a prova de vida, e que o intuito do governo é procurar outras alternativas e dados para confirmar se a pessoa está viva.
Oliveira não informou quando isso irá ocorrer. Segundo ele, caso o governo não encontre dados recentes do beneficiado, irá a residência dele para prova biométrica.
Até o cumprimento da mudança, que deve acontecer até dia 31 de dezembro desse ano, o bloqueio do pagamento por falta de comprovação de vida será suspenso.
O presidente do instituto deu os seguintes exemplos de informações que o governo pode usar como prova de vida após a mudança: renovação de passaporte, emissão ou renovação de carteira de identidade, votar, transferência de imóvel ou veículo e operação na iniciativa privada. Além disso, dados serão obtidos pelos governos estaduais e municipais.
Atualmente, de acordo Oliveira, cerca de 36 milhões de brasileiros se deslocam para fazer prova de vida, dos quais 5 milhões têm mais de 80 anos.
