Cena de “Turma da Mônica: Lições”. Foto: Serendipity Inc.
Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 30/12, mais uma aventura da turma do bairro do Limoeiro. “Turma da Mônica: Lições” mostra as consequências depois de um erro grave cometido na escola por Mônica (Giulia Benite), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Cascão (Gabriel Moreira) e Magali (Laura Rauseo).
Trata-se de uma continuação de “Turma da Mônica – Laços” que estreou nos cinemas em 2019 e foi visto por mais de dois milhões de pessoas.
Dirigido por Daniel Rezende, que foi indicado ao Oscar pela montagem de “Cidade de Deus”, o filme traz personagens novos para a história.
Começando pela Tina interpretada pela atriz Isabelle Drummond e o Rolo interpretado pelo ator Gustavo Merighi. Também estreiam nas telonas a Pipa e o Zecão, interpretados por Camila Brandão e Fernando Mais.
A personagem Milena Sustenido, que surgiu nos quadrinhos em 2017, é interpretada pela Emilly Nayara e o amigo do Cebolinha, Humberto, será vivido por Lucas Infante. Marina, é interpretada por Laís Villela e o personagem Do Contra, interpretado pelo ator Vinícius Higo.
“Turma da Mônica: Lições” é baseado na graphic novel homônima, escrita e desenhada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi e o mais recente cartaz divulgado pela distribuidora do filme, Paris Filmes, foi desenvolvido especialmente para os fãs da graphic.

“Algo bem marcante em Lições é o crescimento dos personagens e dos atores. O filme traz isso para dentro da história, deixa nítido que eles também cresceram e para quem está acompanhando é muito legal poder crescer junto com eles. No primeiro filme estavam todos unidos para encontrar o Floquinho. Agora, cada um tem o seu próprio desafio. E o longa-metragem acompanha esses novos desafios enquanto eles passam pelo processo de crescimento. É um tema que eu e a Lu já havíamos inserido na Graphic Novel e que o filme deixa ainda mais evidente”, explica Vitor Cafaggi.
No elenco também estão Monica Iozzi e Luiz Pacini vivendo os pais de Mônica, e Paulo Vilhena e Fafá Rennó interpretando os pais de Cebolinha. Além das participações especiais de Malu Mader como a professora da classe de Mônica e Augusto Madeira que será um professor de natação.
Veja aqui a coluna “Cine Mais“, exibida durante a edição do Jornal “Abre Aspas“:
As maiores bilheterias do cinema em um ano de retorno às salas
O ano de 2021 começou como terminou o de 2020, com as inseguranças e incertezas em torno da pandemia de Covid-19 que continuava a tirar a vida de milhares de brasileiros.
Com o avanço da vacinação, as salas de cinemas foram aos poucos sendo reabertas, mas ainda não estavam atraindo o público.

O primeiro filme com grande orçamento que observou uma recuperação nas bilheterias deste ano foi “Duna“.
Por aqui no Brasil, a produção dirigida por Denis Villeneuve, chegou aos cinemas em outubro e arrecadou pouco mais de R$ 15 milhões. Já no mundo inteiro, o filme ultrapassou a marca de US$ 300 milhões e conseguiu superar o seu orçamento de US$ 165 milhões.

O mesmo já não aconteceu com “Mulher-Maravilha 1984” que foi lançado nos cinemas em janeiro, ainda no auge da pandemia e com diversas salas fechadas. O filme protagonizado por Gal Gadot, permaneceu por várias semanas liderando as bilheterias, mas com um público muito abaixo do esperado para uma produção que custou US$ 200 milhões.
Conseguindo um lançamento simultâneo com o serviço de Streaming da HBO MAX, o filme teve dificuldades de ‘se pagar‘, foram US$ 166,5 milhões na arrecadação das bilheterias do cinema do mundo. Em outros tempos, sem pandemia, a produção não teria dificuldades; já que o primeiro longa da super-heroína da DC conseguiu, com tranquilidade, US$ 822,3 milhões de bilheterias ao redor do mundo.
Mesmo diante de todas essas situações, o cinema trouxe grandes filmes como “Cruella“, “Um Lugar Silencioso – Parte II“, “Casa Gucci” e “Godzilla vs. Kong” que foram bem nas salas de cinema, mas que não conseguiram aparecer na lista do Top 10 nas bilheterias do ano. Vamos a essa lista:
| Distribuidor | Faturamento | Público | ||
|---|---|---|---|---|
| 1 | Homem-Aranha: Sem Volta pra Casa | Sony Pictures/Marvel | R$ 103 736 357 | 5 170 000 |
| 2 | Eternos | Disney/Marvel | R$ 70 788 071 | 4 110 000 |
| 3 | Velozes e Furiosos 9 | Universal | R$ 66 997 292 | 3 950 978 |
| 4 | Venom: Tempo de Carnificina | Sony Pictures | R$ 66 700 395 | 4 050 000 |
| 5 | Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis | Disney/Marvel | R$ 37 833 371 | 2 111 442 |
| 6 | Viúva Negra | Disney/Marvel | R$ 32 576 945 | 1 864 983 |
| 7 | Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio | Warner Bros. | R$ 28 227 294 | 1 661 420 |
| 8 | 007 – Sem Tempo para Morrer | Universal Studios | R$ 22 356 492 | 1 070 000 |
| 9 | O Esquadrão Suicida | Warner Bros. | R$ 22 020 069 | 1 280 053 |
| 10 | Encanto | Walt Disney Pictures | R$ 17 396 524 | 1 120 000 |
Fonte: Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual / Ancine

“Marighella” foi o filme nacional mais visto nos cinemas neste ano
A cinebiografia do guerrilheiro Marighella dirigida por Wagner Moura e protagonizada por Seu Jorge foi o filme brasileiro mais visto nas salas de cinema em 2021.
Nos 4 primeiros dias de estreia em novembro, o filme teve 36,7 mil espectadores, ultrapassando a comédia “Um tio quase perfeito 2“, que teve 21,1 mil espectadores em sua estreia em janeiro deste ano.
Nas 10 semanas em que esteve em cartaz, o filme levou 318,2 mil pessoas aos cinemas nas 10 semanas. A segunda maior bilheteria nacional foi “Um tio quase perfeito 2“, com 76,9 mil espectadores, seguida por “A sogra perfeita“, com 66,2 mil.
“Amarração do Amor” teve 25.776 de espectadores, enquanto “Lucicreide Vai a Marte” levou 14.725 aos cinemas.





