
O delegado da Polícia Civil, Fábio Cabett, desarquivou o inquérito que investiga o desaparecimento do escoteiro Marco Aurélio Simon, no Pico do Marins em Piquete, após receber novas informações sobre o caso.
O desaparecimento aconteceu em 8 de junho de 1985, quando Marco Aurélio, então com 15 anos, foi buscar ajuda para um amigo que havia torcido o pé. No entanto, o menino nunca retornou e nunca mais foi visto. A investigação do caso foi encerrada em 1990 sem conclusão.
Depois de 36 anos, a Justiça autorizou a retomada do inquérito com novos indícios sobre o que pode ter acontecido. O pai do escoteiro, o jornalista Ivo Simon, de 82 anos, afirmou a polícia que o filho pode ter sido morto e enterrado em um local onde hoje fica uma casa. Outra possibilidade é a de que Marco Aurélio esteja vivo.
“Temos duas vertentes a serem trabalhadas: de que o Marco Aurélio estaria enterrado nessa área e a outra de que teriam visto um morador de rua em Taubaté, com os mesmos traços dele. Já oficializei as penitenciárias, fiz contato com a polícia da cidade e a técnica que projetou um cronograma de ações em três etapas, com reconhecimento de área, equipamentos e a escavação de fato”, disse o delegado.