
O Governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (14), em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, a criação do programa Bolsa do Povo Educação. O programa estadual prevê contratar 20 mil parentes de alunos da rede estadual de ensino.
De acordo com o governo estadual, o objetivo do programa é auxiliar as famílias a superar os desafios educacionais e financeiros provocados pela pandemia e ampliar o envolvimento de toda a comunidade escolar, reforçando vínculos entre alunos, professores e servidores da Educação e gerando novos postos de ocupação.
As pessoas contratadas vão atuar principalmente no acompanhamento de protocolos sanitários, garantindo o retorno presencial seguro para estudantes e funcionários. A contratação será válida entre agosto e dezembro de 2021 e o escolhido vai trabalhar 4 horas por dia e receber um salário de R$ 500.
As inscrições vão começar no dia 19 de julho e se estendem até 31 de julho, por meio do Site Bolsa do Povo. Para realizar a inscrição, é necessário apresentar documento de identificação do candidato, RA do aluno e o endereço. Ao final da inscrição, o candidato indica a escola de interesse.
Para participar é necessário ser responsável legal por aluno da rede estadual (um responsável por família), estar desempregado há pelo menos três meses, ter entre 18 e 59 anos e morar próximo à unidade escolar (raio de dois quilômetros).
Segundo o governo estadual, tem preferências as pessoas cadastradas no CadÚnico, as mães de aluno que integram a rede estadual de ensino, mães que tem filho estudando na escola de interesse e pessoas com proximidade entre endereço residencial e escola.
Após as inscrições, os candidatos serão entrevistados pelas próprias unidades de ensino. Depois da aprovação das escolas, as Diretorias de Ensino vão fazer a validação para efetivar contratações a partir do dia 16 de agosto.