
O ministro da Economia, Paulo Guedes, informou nesta terça-feira (8) que o auxílio emergencial deve ter “mais duas ou três” parcelas de pagamento. Essa extensão cobriria o tempo necessário para o avanço da vacinação na população adulta.
“Possivelmente vamos estender o auxílio emergencial por mais dois ou três meses, porque a pandemia está aí. Os governadores estão dizendo que em dois ou três meses a população brasileira adulta vai estar toda vacinada. Então, nós vamos renovar por dois ou três meses o auxílio”, afirmou o ministro durante encerramento de uma reunião da Frente Parlamentar de Serviços.
O ministro ainda informou, que após a extensão, o benefício seria substituído pela nova versão do programa Bolsa Família.
A extensão do benefício faz parte do plano do Executivo para evitar que a população mais vulnerável fique descoberta enquanto a reformulação do Bolsa Família não sai do papel.
Já o novo Bolsa Família, em 2021, teria apenas um reajuste do tíquete médio do benefício, que passaria dos atuais R$ 190 para R$ 250. A reformulação completa do programa deve ser discutida esse ano, mas só entraria em vigor em 2022.