
O caso da professora Priscila Tatiana, de 28 anos, que foi morta carbonizada em julho de 2020 tem audiência de instrução e julgamento nesta sexta-feira (5) em São Paulo.
O julgamento deverá ser feito de forma mista em função da pandemia, com o Juiz, o Ministério Público, a defesa e o réu de forma presencial. As testemunhas de acusação e comum deverão participar da sessão de fora virtual.
Antes do julgamento, marcado para as 13h30, um grupo de amigos e parentes da vítima se reuniram em um pequeno ato no centro de São José, com cerca de 15 pessoas.
Entenda o caso
A professora Priscila Tatiana saiu de sua casa na manhã do dia 17 de julho de 2020 para trabalhar e, por volta das 19h, teve seu ultimo contato por telefone. Ela foi fazer compras em um supermercado da região e não retornou.
A partir de seu desaparecimento, o irmão da vítima registrou o caso na Polícia Civil, que identificou um carro encontrado no Jardim Ângela, em São Paulo com a mesma placa informada pela família.
O corpo de Priscila foi encontrado em estado avançado de carbonização e o celular de seu ex-companheiro foi encontrado próximo ao veículo. Ele foi preso em 19 de agosto após uma denuncia anônima sobre sua localização na capital. O casal esteve junto por 10 anos e teve dois filhos.