Foto: Facebook/PiNGO NO i
Com a pandemia da Covid-19, a convivência entre pais e filhos e, consequentemente, aumentou a procura de atividades para distrair as crianças. Os jogos lúdicos ou educativos ganharam espaço por trabalhar três propriedades principais de quem jogo: a cognitiva, social e emocional.
Em entrevista à SP RIO+, a especialista em jogos e pós-graduada em neuroaprendizagem, Juliane Pimentel, aponta que esse estilo de jogo traz mais leveza ao processo de aprendizagem.
“O jogo de tabuleiro moderno consiste menos no fator sorte, menos rolagem de dado e mais tomada de decisão, estratégia, mais flexibilidade cognitiva. Com isso, você acaba tomando posse do jogo, ele se torna mais atrativo, até mesmo para adultos”, afirma Juliane.
Os jogos educativos também aproximam os pais de seus filhos, sem promover uma competitividade como os videogames. Além disso, mostra reações reais de como adultos e crianças lidam com a situação: “Isso ensina propriedade ética, ensina frustração, afinal, nossa família é uma pequena sociedade. Isso também estreita os laços”, disse a especialista.
Juliane vê as atividades educativas como “um pequeno pedaço do dia a dia”, onde a pessoa apresente a resolver uma situação, seja controlando o emocional ou pensando em uma nova estratégia, se preparando para vida.
