Foto: Arquivo Pessoal
Um resultado do exame de DNA em um corpo encontrado carbonizado no mês de julho, em São Paulo, confirmou o assassinato da professora Priscila Tatiana Gonçalves de Almeida da Silva, de São José dos Campos.
A morte da professora aconteceu no dia 17 de julho, quando ela estava fazendo compras em um supermercado na região leste da cidade. Por volta das 19h, Priscila teve seu último contato por telefone e não retornou desde então.
Leia Mais: Suspeito de matar professora de São José dos Campos carbonizada é preso em São Paulo
Leia Mais: Manifestantes se unem em ato após morte de professora em São José dos Campos
Na época do crime, o corpo foi encontrado em avançado estado de carbonização, o que não possibilitou o reconhecimento da vítima por meios visuais ou da arcada dentária.
O celular do ex-companheiro de Priscila foi encontrado próximo ao veículo. Ele que é o principal suspeito pela morte da professora, foi preso no dia 19 de agosto, na zona leste de São Paulo. Apesar das evidências, ele nega que tenha cometido o crime.
Mais de 100 estudantes se reuniram na região central de São José dos Campos no dia 16 de agosto para protestar e homenagear a professora. Os manifestantes estavam vestidos de branco e carregavam cartazes e bexigas em honra da professora.
Com o reconhecimento do corpo, os familiares preparam a realização do velório.
