Foto: Arquivo Pessoal
A Polícia Civil usa de sistemas de captura e registro de imagens para tentar chegar ao autor do crime que vitimou a jovem Julia Rosenberg no domingo (5) em São Sebastião. O corpo da estudante universitária foi encontrado na manhã de segunda-feira (6) enterrado em uma trilha entre Paúba e Maresias.
Em nota, a Delegacia Seccional informou que desde o encontro do corpo, as ações para se tentar solucionar o caso têm sido realizadas ininterruptamente. Segundo a equipe, inicialmente foram identificados e colhidos ‘relevantes indícios’ que podem auxiliar na identificação do autor ainda na cena do crime. Da mesma forma, evidências teriam sido apresentadas no exame necroscópico.
“Os trabalhos de campo, que estão sendo realizados por policiais em exercício no 2º Distrito Policial e desta unidade Seccional de Polícia, se ocuparam neste tríduo em identificar e colher cenários de dezenas de sistemas de captura e registro de imagens, tanto do bairro de Maresias como de Paúba, além de apurar a veracidade das informações que nos chegam às unidades”, diz trecho de texto.
Inicialmente, o caso de Julia é tratado como latrocínio — que é o crime identificado quando o roubo tem como resultado morte. Ela teve corpo encontrado com sinais de estrangulamento. Rosenberg morava em São Paulo, mas passava a quarentena em São Sebastião em imóvel da família. A trilha no mesmo local seria habitualmente realizada no período da manhã.
O caso segue em investigação.
