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A fábrica da General Motors em São José dos Campos retomou parcialmente os trabalhos da linha de produção nesta segunda-feira, com 500 funcionários dos setores de motor e transmissão.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José, eles cumprem a carga de horário normal de trabalho.
Os demais trabalhadores da fábrica seguem com os contratos suspensos por dois meses devido à pandemia do novo coronavírus – a suspensão começou a valer no dia 13 de abril, afetando 90% dos funcionários, após aprovação dos funcionários em assembleia virtual. A previsão é de que eles voltam no dia 12 de junho. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, caso haja a necessidade de ampliação da suspensão, a empresa poderá adotar o sistema de layoff por mais 90 dias.
Aqueles que estão com os contratos suspensos atualmente estão recebendo de 75% a 95% dos salários. Em comunicado, Luiz Peres, vice-presidente de manufatura da GM América do Sul, disse que a empresa está adotando um “rígido protocolo de segurança com objetivo de manter o novo coronavírus fora das instalações, prevenir a propagação do vírus dentro da empresa e gerenciar de forma efetiva casos suspeitos ou confirmados”
Aos poucos, as montadoras de automóveis no país retomam os trabalhos de forma gradual. A Ford de Taubaté, por exemplo, tem previsão de retorno para o dia 1º de junho. A fábrica da Volkswagen em Taubaté prevê retorno no dia 25 de maio, com adaptações na linha de produção, nos refeitórios e no transporte dos trabalhadores, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté.
