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Depois de ficar mais de um ano e meio sem fiscalização eletrônica, Jacareí retoma nesta segunda-feira a operação de radares. Segundo a prefeitura, são 50 câmeras em funcionamento.
O novo contrato, ao custo de R$ 5,8 milhões por um ano, inclui 11 câmeras fixas, 14 lombadas eletrônicas, 25 semafóricas e processamento de infrações. O antigo, que venceu em junho de 2018, contava com 20 radares fixos, três lombadas eletrônicas e três semafóricos. O custo foi de R$ 11,2 milhões pelo período de 60 meses.
Para o governo Izaias Santana (PSDB), as mudanças possuem caráter educativo.
“Diminuímos em 55% os radares fixos e demos maior ênfase as lombadas eletrônicas que são mais evidentes e pedagógicas”, justificou a Secretaria de Mobilidade Urbana.
O monitoramento, antes concentrado em 13 vias, agora está distribuído em 31. Para a prefeitura, o posicionamento das câmeras deve inibir o avanço ao sinal vermelho, reduzir o número de acidentes e mortes no trânsito, inibir o furto de veículos e promover maior controle de tráfego.
O processo licitatório para a escolha da empresa responsável pela implantação durou quase um ano. No ano passado, uma empresa chegou a ser anunciada vencedora no mês de janeiro, mas foi desclassificada logo em seguida. O resultado oficial somente foi publicado ao final de julho de 2019. O serviço é feito pela empresa Sentran.
MORTES
No período sem a fiscalização eletrônica, Jacareí registrou um aumento de 60% de mortes nas vias municipais, com 27 vítimas. As ruas da cidade ainda tiveram um aumento de 20% no número de acidentes.
“Nosso foco principal é segurança no trânsito. O objetivo é reduzir o número de mortes ao máximo possível”, informou o governo, em nota..
