Foto: Arquivo/Facebook
A Polícia Civil investiga se o engenheiro de 30 anos, que matou a filha, de 10, e a esposa, de 29, e se matou nesta terça-feira, teria dopado as vítimas antes de cometer a tragédia familiar em Cruzeiro, que chocou o Vale do Paraíba.
De acordo com a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), a equipe de perícia encontros substâncias que poderiam ser utilizadas para dopar as vítimas nas proximidades do quarto onde a família foi encontrada morta.
O caso aconteceu nesta terça-feira, na Vila Bionde, a família foi encontrada depois que a vizinhança acionou a equipe ao perceber a fumaça na casa. O quarto estava com portas e janelas fechadas e com uma fogueira feita com restos de pneu. A mulher tinha sinais de luta corporal. A polícia ainda apura as circunstâncias do crime.
Segundo a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), a motivação do crime pode ser passional, uma vez que o casal estava em processo de separação. “As informações iniciais apontam que eles estavam em fase de separação e o companheiro não estaria de acordo. É o tipo de crime que não é previsível, porque não tínhamos denúncia da parte dela [esposa]”, disse a delegada da DDM, Nadir May.
O homem era natural de Muriaé (MG). A mulher era de Cachoeira Paulista e trabalhava como funcionária pública.
O caso foi registrado como homicídio seguido de suicídio. A Polícia Civil segue investigando.
