Foto: Divulgação Volkswagen/Audi
Quarta região mais populosa do estado, a RMVale ficou em terceiro lugar no ranking entre 15 regiões paulistas — excetuando a Grande São Paulo– com os piores saldos de emprego em 2019.
A geração de 358 postos de trabalho no primeiro semestre fez que o Vale superasse apenas as regiões de Itapeva e Santos, ambas com saldo negativo no período: -1.506 e -1.642, respectivamente.
O levantamento, que utilizada dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia, foi feito pela Fundação Seade.
Entre as cinco menores regiões do estado, a RMVale só conseguiu superar Itapeva na geração de empregos.
As outras regiões tiveram saldo maior: Registro (380 vagas / 273 mil habitantes), Araçatuba (5.747 / 777 mil), Franca (7.672 / 751 mil) e Barretos (8.198 / 434 mil).
Considerando apenas o interior, as regiões que mais geraram postos de trabalho no primeiro semestre foram Campinas, com 28.711 vagas, Ribeirão Preto (9.904) e São José do Rio Preto (9.749).
A Grande São Paulo ficou em segundo lugar no ranking estadual, atrás de Campinas, com 12.908 empregos.
O estado fechou os seis primeiros meses abrindo 42.407 postos de trabalho.
12 MESES.
A RMVale foi um pouco melhor na pesquisa do saldo de emprego dos últimos 12 meses, que considera as vagas geradas entre os meses de julho de 2018 e junho de 2019.
Nesta lista, o Vale registra 1.782 empregos gerados e supera quatro regiões: Registro (426), Bauru (22), Franca (-673) e Araçatuba (-1.652). Mas perde para regiões com menos da metade da população, como Itapeva (2.001) e Barretos (5.325).
RMVale fecha empregos em quatro dos seis meses do ano
A economia da RMVale fechou postos de trabalho em quatro dos seis primeiros meses do ano: -663 (janeiro), 1.363 (fevereiro), -1.138 (março), 1.049 (abril), -147 (maio) e -106 (junho). Com isso, o saldo acumulado do primeiro semestre é de 358 empregos, metade do que era em fevereiro, com 700 postos de trabalho.
“Mais vale crescer, ainda que pouco, do que perder vagas. A economia deve melhorar com a aprovação de reformas e a volta da confiança do investidor”, avaliou Cesar Augusto Teixeira, diretor da regional de São José do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado).
