Nesta quarta-feira (12), a Polícia Civil encontrou na casa de Euler Fernando Grandolpho, autor do atentado na Catedral de Campinas, um diário onde o atirador relatava situações do seu dia a dia.
No diário tem citações sobre as mortes no Ceará em janeiro deste ano, Realengo, chacina em uma escola carioca em 2011, e afirmava que era perseguido há mais de dez anos. O delegado José Henrique Ventura disse, que no diário, Euler anotava placas de carros e informações sobre a suposta perseguição. Além do diário foram apreendidos documentos e um computador.
Familiares de Euler confirmaram que ele sofria de depressão e chegou a fazer tratamento. De acordo com o delegado Ventura, o homem era recluso, não trabalhava desde 2015 e tinha “um perfil estranho”.
Os mortos
No total, cinco pessoas morreram e quatro ficaram feridas, entre os mortos estão:
– Sidnei Vitor Monteiro, de 39 anos, que estavam com a mãe, uma das feriadas, na missa.
– José Eudes Gonzaga Ferreira, 68 anos.
– Cristofer Gonçalves dos Santos, 38 anos.
– Elpídio Alves Coutinho, 67 anos.
– Heleno Severo Alves, de 84 anos, chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Mário Gatti, com estado grave, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu na manhã desta quarta-feira.
Por Gabriela Barreto
Foto: Reprodução/Facebook.
