A RMVale registrou superávit de US$ 4,8 bilhões na balança comercial de janeiro a novembro deste ano, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, divulgados nesta quarta-feira.
As empresas da região exportaram US$ 10,6 bilhões e importaram de US$ 5,8 bilhões no ano. O volume exportado é 7,32% maior do que em 2017, de janeiro a novembro, com US$ 9,8 bilhões.
No mesmo período, as importações subiram 12,97% ante os US$ 5,1 bilhões do ano passado. Com isso, o superávit dos 11 meses do ano passado (US$ 4,7 bilhões) foi inferior ao deste ano.
Depois de registrar, no mês de outubro (US$ 1,3 bilhão), o maior volume de exportações para um único mês desde dezembro de 2015, as exportações de cidades da RMVale caíram 21% em novembro, para US$ 1,099 bilhão.
Três municípios que estão entre os principais exportadoras da região venderam menos em novembro na comparação com outubro, como é o caso de São José dos Campos (-55,18%), Ilhabela (-32%) e São Sebastião (-21,36%).
Na contramão, as cidades de Jacareí, Pindamonhangaba e Taubaté aumentaram as exportações no mês, respectivamente com percentuais de 137,31%, 12,83% e 51,55%.
No geral, nos 11 meses do ano, 11 cidades do Vale tiveram superávit na balança comercial e 18, déficit.
MUNICÍPIOS
Ilhabela é a cidade que mais exportou no Vale no ano, com US$ 3,9 bilhões, depois São José, com US$ 3,1 bilhões, e Pinda, com US$ 926,1 milhões. Na sequência: Taubaté (US$ 904 milhões), Jacareí (US$ 636 milhões), São Sebastião (US$ 485 milhões) e Guaratinguetá (US$ 248 milhões).
(O Vale)
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