A ADL (Análise de Densidade Larvária) de primavera, realizada pela prefeitura em outubro, lançou um alerta para riscos de infestação de larvas do mosquito Aedes aegypti, com 2,6 pontos no IB (Índice Breteau).
O indicador apresentou elevação em relação ao levantamento do mês de julho, quando chegou a 1,2.
De acordo com o Ministério da Saúde, o índice de tranquilidade é 1,0 ou menos. Acima do nível de 1,5 há risco de epidemia.
Os resultados indicam que seis das dez regiões de Taubaté estão dentro do risco de epidemia. A região 10 apresentou o maior indicador (8,96). Os menores foram nas regiões 8 (0,83) e 9 (0,17).
DADOS.
Durante a ADL foram coletadas amostras em imóveis escolhidos aleatoriamente em todas as regiões da cidade. Foram vistoriados cerca de 6.000 imóveis, média de 600 por área.
Os resultados obtidos geram o IB, um valor numérico que define a quantidade de insetos em fase de desenvolvimento encontrados nos locais vistoriados e permite saber em quais regiões da cidade há maior risco de transmissão da dengue. De janeiro a outubro, Taubaté confirmou 53 casos de dengue, 7 de chikungunya e nenhum caso de zika.
(O Vale)
Foto: Divulgação/PMT
