
Fiz uma lista com potenciais pré-candidatos a deputado nas eleições de 2026. Achei que eram uns 15. No final, cheguei a mais de 25 nomes (26, para ser exato) apenas em São José dos Campos. E, veja só, faltou gente…
Um amigo ligou para colocar mais dois na lista: o pastor Antonio Calixto, da Assembleia de Deus, e a pastora influencer Naiane Câmara.
E quinta (22) conheci uma empresária, bastante ativa em São José dos Campos e na região, que está analisando uma possível candidatura no ano que vem, conversando aqui e acolá. Deve ter mais gente. Como disse no artigo anterior, tem muito candidato e pouco voto.
Mas não é só: precisa ver se tem partido para todo mundo…
Explico: com as fusões e federações e as novas alianças que estão se formando, na prática vai ter pouco partido para tanto pré-candidato. Outro amigo, expert em marketing político, me disse: antes partido corria atrás, agora quem quer ser candidato vai sofrer.
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A confusão promete ser grande. Vejam só: tem Podemos e PSDB, com o Solidariedade de lambuja; União Brasil e PP; tem MDB e Republicanos vão federar e ainda podem federar juntos com novo PSDB/Podemos. O funil pode ficar estreito.
Segue o baile…
PS: com tanto candidato a candidato, minha lista sofreu um desfalque. João Bosco (PCdoB) ligou para avisar que, desta vez, não vai para o crivo das urnas. Ele decidiu apoiar a chapa Orlando Silva/Leci Brandão. Direito dele, legítimo. Mas são votos em candidatos de fora da região. Democracia é isso, cada um exerce seu direito…