Close Menu
    Sobre a spriomais
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Escute a rádio spriomais
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube LinkedIn WhatsApp
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Spotify LinkedIn WhatsApp
    spriomais
    • Notícias
      • Cidades
      • Cultura
      • Especiais
      • Esporte
      • Geral
      • Made In Sanja
      • Meio Ambiente
      • Mulher
      • Polícia
      • Política
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Colunas
      • + Arte na Cidade
      • Animais Ok
      • Berlim Esporte Clube
      • Código Fonte
      • Cozinha sem Chef
      • Curiocidades
      • Da janela do Helbor
      • ESG na Prática
      • Esquecimento Global
      • Fora do Cabide
      • Ofício das Palavras
      • Playlist de maestro
      • Todas as Claves
      • Viva
    • Podcast
    • Branded
    • Acontece spriomais
    • Publicidade Legal
    rádio
    spriomais


    Você está em:Início » ESG: a receita contra a fome?
    ESG na Prática

    ESG: a receita contra a fome?

    31 de março de 2024Nenhum comentário5 Minutos de Leitura
    WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Email
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Email Copy Link

    À medida que a Semana da Páscoa se desdobra, minha mente viaja de volta aos tradicionais almoços de domingo, na acolhedora casa dos meus pais, cercado por irmãos, cunhados e sobrinhos. A Páscoa, com seu rico simbolismo de renovação e celebração, sempre foi um momento de gratidão pelo privilégio à nossa mesa. No entanto, recentemente, uma nova consciência surgiu: percebi que a generosidade em nossa mesa, reflete uma característica calorosa da hospitalidade latino-americana, porém, esconde uma faceta mais complexa. Em um planeta onde os recursos se tornam cada vez mais preciosos e limitados, a abundância de outrora começa a revelar implicações globais, instigando-nos a ponderar sobre sustentabilidade e responsabilidade em um mundo em constante transformação. Esta edição da minha coluna ESG na Prática propõe mergulhar nessas reflexões, explorando como podemos honrar nossas tradições enquanto abraçamos práticas mais conscientes e sustentáveis.

    Estudo

    O relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), revelado recentemente, lança uma luz crítica sobre a escalada do desperdício alimentar global, expondo um cenário onde mais de um bilhão de refeições são descartadas diariamente, enquanto cerca de 800 milhões de pessoas enfrentam a fome, (sendo 2,3 bilhões em insegurança alimentar). Esta disparidade sublinha não apenas uma crise humanitária, mas também aponta para um grave desafio de sustentabilidade, com o desperdício alimentar contribuindo significativamente para as emissões de gases de efeito estufa e a perda de biodiversidade.

    (Foto: Reprodução)

    Curiosamente, o estudo ressalta que o problema transcende fronteiras econômicas, afetando tanto nações ricas quanto emergentes, e revela uma correlação entre climas mais quentes e maiores índices de desperdício alimentar.
    Considerando o desperdício de alimentos como uma nação, ele ocuparia o terceiro lugar no ranking global de emissores de gases de efeito estufa, ficando apenas atrás dos gigantes Estados Unidos e China.
    No ranking do desperdício alimentar, o Brasil ocupa a décima posição, perdendo cerca de 30% de sua produção de alimentos para o lixo. Esse descarte representa um prejuízo anual de R$ 61,3 bilhões.

    Leia mais na coluna ESG na prática

    ESG no combate à fome

    Já relatei aqui diversas vezes sobre a metodologia ESG – Embora não seja uma panaceia para erradicar a fome, pode desempenhar um papel significativo na mitigação deste flagelo global por meio de suas várias dimensões. Na vertente ambiental (E), o ESG instiga as empresas a adotarem práticas que reduzam a pegada ecológica, promovam a sustentabilidade e preservem os recursos vitais para a produção de alimentos. Ações como o uso racional dos recursos naturais, diminuição das emissões poluentes e proteção da biodiversidade não só contribuem para a saúde do planeta, mas também asseguram a sustentabilidade dos sistemas agrícolas e a disponibilidade de alimentos, fatores essenciais na luta contra a fome. No âmbito social (S), o ESG incentiva as corporações a construírem relações éticas e sustentáveis com seus stakeholders, incluindo empregados, clientes e comunidades. Práticas empresariais que promovem a justiça social, direitos humanos e engajamento comunitário podem elevar o padrão de vida, gerar emprego e fomentar o desenvolvimento de habilidades, fortalecendo assim as comunidades e reduzindo sua vulnerabilidade à insegurança alimentar. Na esfera da governança (G), o ESG sublinha a importância de uma gestão corporativa íntegra, transparente e responsável. Uma boa governança assegura a ética nos negócios, a adequada administração dos recursos e a efetiva prestação de contas, contribuindo para um ambiente econômico estável que favorece o investimento e o crescimento. Essa estabilidade, por sua vez, pode alimentar a criação de empregos e promover um desenvolvimento econômico que, indiretamente, ajuda no combate à fome.

    Portanto, para maximizar o impacto positivo do ESG na redução da fome, é imperativo adotar uma abordagem holística e colaborativa, que mobilize o setor privado, o governo, a sociedade civil e as comunidades locais em um esforço conjunto.

    Recentemente chegou até mim a jornada da Suzano, um ótimo exemplo em suas iniciativas sociais, alinhando as práticas ESG com ações concretas de combate à pobreza.
    A empresa, líder mundial em celulose e produtos biodegradáveis, não somente alcançou avanços significativos em suas metas sociais, mas também investiu robustamente em iniciativas que abordam a pobreza de maneira integrada, promovendo a geração de renda, a educação e sua atuação decisiva em retirar mais de 51 mil pessoas da linha da pobreza em apenas três anos, conforme ilustrado em seu Relatório de Sustentabilidade 2023.

    Paralelamente, a AMBEV, (entre outros projetos em ESG) atua com o destacado projeto Ama tem como missão levar água potável às comunidades carentes, tendo angariado mais de R$ 5,7 milhões para financiar 76 iniciativas, beneficiando diretamente sobre 339 mil pessoas.
    São apenas dois exemplos que é possível criar uma sinergia poderosa que não apenas avança na sustentabilidade corporativa, mas também atua de forma decisiva na redução da insegurança alimentar e na promoção de um futuro mais equitativo e sustentável. São esforços alinhados com a crescente importância do conceito ESG demonstrando que práticas empresariais sustentáveis e responsabilidade social podem andar de mãos dadas no combate à pobreza, atua de forma decisiva na redução da insegurança alimentar e na promoção de um futuro mais equitativo e sustentável.
    Ao examinar o panorama global de desperdício alimentar torna-se evidente que o combate à pobreza e à fome deve ser uma ação conjunta que envolve governos, empresas e a sociedade civil.

    Como venho reiterando, a questão da fome transcende a mera escassez de recursos financeiros ou tecnológicos; ela é intrinsecamente política.
    Reafirmo a ideia de que a fome é um reflexo das escolhas políticas e sociais de nossa era, desafiando-nos a repensar as estruturas que perpetuam desigualdades.

    Tenho convicção de que a humanidade é capaz de encontrar caminhos que entrelacem sustentabilidade, crescimento econômico, equidade e inovação reformulando nossa interação com o planeta e os seres que nele habitam. E as práticas de ESG surgem como nossos aliados nessa transformação essencial!

    Acompanhe também: 

    Instagram

    Youtube

    Facebook

    Twitter

    Spotify

     

    * A opinião dos nossos colunistas não reflete necessariamente a visão do portal spriomais.

    Luís Magalhães

    Luís Magalhães

    Luís Fernando Carneiro Magalhães é co-fundador e sócio-diretor da srtatup joseense O2eco Tecnologia Ambiental, cujo objetivo é deixar um impacto positivo no meio ambiente. Estudou Agronomia na UFFRJ e Business & Marketing na Universidade Católica da Austrália e na Universidade de Canberra.
    Compartilhe Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Telegram Email Copy Link
    Notícias AnterioresSão José de volta as alturas, Viva La Vida e mais
    Próxima Notícia Corpo é encontrado entre as praias de Paúba e Santiago em São Sebastião

    Notícias Relacionadas

    Empreendedorismo ambiental: e se a sustentabilidade nascesse junto com o negócio?

    31 de maio de 2026

    A floresta que encolheu enquanto o Brasil dormia

    24 de maio de 2026

    Depois de ler esse texto, talvez você comece a reparar também

    17 de maio de 2026
    Inscrever-se
    Acessar
    Notificar de
    Acessar para comentar
    0 Comentários
    mais antigos
    mais recentes Mais votado

    Vicentina Aranha








    A spriomais é o primeiro portal jornalistico multidigital do Vale do Paraíba, com os principais acontecimentos da região, do Brasil e do mundo.

    email:
    [email protected]

    Maior festival gastronômico do Vale do Paraíba, com 60 mil pessoas na edição de 2024, e que reúne os melhores restaurantes, bares e confeitarias de São José dos Campos.

    instagram:
    @mais_gastronomia
    email:
    [email protected]

    O design elegante e as fotografias selecionadas reforçam a atmosfera gourmet do jornal impresso e digital do Grupo SP Rio Mais.
    Um convite ao leitor para desacelerar diante das páginas e perceber a informação como parte de uma experiência estética.

    email:
    [email protected] 

    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • LinkedIn
    • WhatsApp
    • Spotify
    © 2026 SPRIO SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO EIRELLI - spriomais 2025 © Todos os direitos reservados

    Escreva algo e precione Enter para buscar. Pressione Esc para cancelar.

    wpDiscuz
    Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Se continuar a usar este site, assumiremos que está satisfeito com ele.